quarta-feira, 4 de abril de 2012

Recursos do Word



Alguns recursos ou "truques" a propósito do processador de texto Word são ensinados nesse site. Também sobre esse programa, o UOL Tecnologia produziu um bom tutorial para entender como criar macros (automatizações de tarefas) na página: http://tecnologia.uol.com.br/album/macros_word_album.jhtm#fotoNav=1

Fonte: http://midiaseducacao.blogspot.com.br/2012/04/dica-da-semana-recursos-do-word.html

SciELO Livros



Foi lançado há pouco o portal SciELO livros, que disponibiliza títulos acadêmicos para download gratuito. Por enquanto, participam da iniciativa a UNESP, a UFBA e a FIOCRUZ. O vídeo acima dá mais detalhes do projeto, que pode ser acessado pelo seguinte endereço: http://books.scielo.org.

Fonte: http://midiaseducacao.blogspot.com.br/

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Chamada para artigos: Educação e Fronteiras On-Line


A Revista Educação e Fronteiras On-Line, publicação quadrimestral de caráter interinstitucional de Programas de Pós-Graduação em Educação do Estado do Mato Grosso do Sul (UFMS, UEMS e UFGD) recebe trabalhos para avaliação, para o seu volume 2, até o dia 25/04/2012. Veja as normas:

Foco e Escopo

TÍTULO I - DO OBJETIVO
Art. 1º A Revista da Faculdade de Educação da UFGD tem por objetivo a difusão de estudos, pesquisas e documentos relativos à educação básica, educação superior, à pós-graduação, priorizando temáticas vinculadas aos fundamentos da educação, às políticas e gestão educacional, à inclusão social, bem como questões relativas à avaliação, planejamento e ao financiamento da educação seja na educação presencial, aberta,continuada ou a distância e valorizando-se o diálogo interdisciplinar.

TÍTULO II - DO PÚBLICO ALVO
Art. 2º A Revista da Faculdade de Educação da UFGD tem como público-alvo docentes e alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores e gestores de instituições de ensino superior e de pesquisa, de associações científicas e profissionais, dirigentes e técnicos da área da Educação e demais órgãos envolvidos na formação de pessoal e produção científica.

TITULO III - DAS RESPONSABILIDADES
Art. 3° As responsabilidades da Revista da Faculdade de Educação da UFGD serão exercidas por uma Comissão Editorial e dois Conselhos Editoriais ( nacional e internacional).
Art.4° Exercerão a função de Comissão Editorial cinco Professores Doutores do quadro docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Grande Dourados (FAED),
Art. 5° Compete à Comissão Editorial
1. definir a organização e composição dos artigos, resenhas e demais elementos de cada número da revista
2. elaborar a política editorial da FAED, respeitadas as normas editoriais da UFGD e ouvidos, sempre que possível, os Conselhos Editoriais, de forma individual e/ou coletivamente.
Art. 6° A Comissão Editorial elegerá seu Presidente dentre seus membros.
Art. 7° - Compete à presidência da Comissão Editorial:
1. convocar e coordenar as reuniões da Comissão e dos Conselho Editoriais;
1.1 distribuir os artigos recebidos para publicação aos consultores ad hoc aprovados pela Comissão Editorial;
1.2 fazer cumprir as decisões da Comissão no que se refere à organização dos artigos em cada número da revista realizando o acompanhamento dos trabalhos de editoração, produção e distribuição da revista.
Art. 8°. Compete aos Conselhos Editoriais zelar pela política editorial bem como pelos aspectos ligados à qualidade científica da Revista.
Art. 9°. Os membros dos Conselhos Editoriais serão indicados pelos docentes da FAED e aprovados pela Comissão Editorial sendo todos externos à UFGD, com reconhecida produção científica na temática educacional .
Art. 10°. Integram os Conselhos Editoriais da revista treze pesquisadores da área da Educação, sendo 10 (dez) do Conselho Editorial Nacional e 3 (três) do Conselho Editorial Internacional -
Art. 11°. Os membros da Comissão Editorial serão designados, para um mandato de dois anos, sendo possível a recondução ou a prorrogação de mandato.
Art. 12° Os nomes dos pareceristas Ad Hoc serão indicados pela Comissão Editorial e pelos demais docentes do quadro da FAED para cada número da revista e devem ter seu nome apontado em local para este fim no mesmo número da Revista para o qual contribuiram.
Parágrafo Único- Os pareceristas Ad Hoc serão escolhidos por sua competência acadêmica e científica em áreas relacionadas às temáticas priorizadas, podendo ser substituídos a critério da Comissão Editorial.
Art. 13° Compete ao setor de editoração da UFGD a divulgação, editoração, produção gráfica, controle de assinantes e distribuição das versões eletrônicas e impressas da revista bem como as trocas com revistas de outras instituições.

TÍTULO IV - DA PERIODICIDADE E DAS SEÇÕES DA REVISTA
Art. 13º A Revista da Faculdade de Educação da UFGD terá periodicidade semestral e contará com as seguintes seções:
Editorial;
Estudos –
- divulga trabalhos de caráter acadêmico-científico
(conforme especificado nos Art.1º e 15º ) .
- Compor-se-á, a partir da criação das Comissões, de um dossiê com um limite de 6( seis) artigos sobre temática definida pela Comissão Editorial para cada número e de um limite de 4 (quatro) trabalhos sobre temáticas diversas dentro dos focos gerais apontados no Art. 1º.
- No mínimo 50% dos trabalhos publicados no primeiro ano e 60% a partir do segundo ano deverão ser oriundos de outras instituições universitárias, institutos de pesquisa nacionais voltados para a questão educacional evitando-se a endogenia .
- Internamente, têm prioridade para publicação trabalhos enviados pelos docentes vinculados à pós-graduação stricto sensu da FAED em todos os números, buscando-se uma organizada alternância entre estes autores.

Resenha
- produzida preferencialmente por alunos dos cursos de graduação
- e pós-graduação da FAED/ UFGD.
Art. 14° A revista terá, quando possível, divulgação impressa e eletrônica.
§1° A revista impressa será distribuída gratuitamente, a título de permuta, para programas de pós-graduação, pró-reitorias de pós-graduação e bibliotecas de instituições de ensino superior, órgãos públicos, mantendo possibilidade de subscrição para assinaturas.
§2° A publicação eletrônica da revista terá acesso gratuito.

TÍTULO V - DA ORIENTAÇÃO EDITORIAL
Art.15º Serão aceitos trabalhos originais que sejam classificados em uma das seguintes modalidades: resultados de pesquisas sob a forma de artigos: ensaios; resumos de teses; dissertações; monografias; estudos de caso.
Art.16º O autor será comunicado do resultado da avaliação do seu trabalho em até 90 (noventa) dias.
Art.17º Será remetido a cada autor 01(um) exemplar, no mínimo, do número em que for publicada a sua colaboração.
Art.18º A publicação de artigos não é remunerada, sendo permitida a reprodução total ou parcial dos mesmos, desde que citada a fonte.
Art.19º Os artigos assinados deverão ser originais e serão de responsabilidade exclusiva de seus autores, não refletindo, necessariamente, a opinião da FAED.
Art.20º A critério do Conselho Editorial, poderão ser aceitas e publicadas colaborações em língua estrangeira.
Art.21º Os originais podem ser adaptados para fins de editoração, em adequação às normas da revista.
Art.22° As colaborações para devem ser enviadas à redação, de acordo com as normas editoriais.
Art.23° Toda autoria dos pareceres e dos artigos, durante o processo de avaliação, será mantida em sigilo.
Art. 24° A submissão do artigo implica na aceitação pelos autores das normas editoriais da revista e na autorização para publicação.

TÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.25° Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na aplicação do presente Regimento serão dirimidos pelo Conselho Editorial da Revista Educação e Fronteiras da UFGD.

Fonte: http://midiaseducacao.blogspot.com.br/2012/04/chamada-para-artigos-educacao-e.html

domingo, 1 de abril de 2012

Bilíngues raciocinam melhor e têm menos problemas mentais


Estudos mostram que habilidade adia demência e traz flexibilidade cognitiva

NOVA YORK — Ter a capacidade de falar mais de um idioma pode ser sinônimo de melhor saúde mental. É o que sustenta uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Nova York, cujo resultado foi publicado na revista especializada “Trends in Cognitive Sciences”.

— Estudos anteriores já tinham afirmado que o bilinguismo tem um efeito benéfico no desenvolvimento cognitivo das crianças. No nosso trabalho, revisamos estes estudos recentes usando os métodos comportamental e de neuroimagens para examinar os efeitos do bilinguismo na cognição dos adultos — explica Ellen Bialystok, principal autora do estudo.

Segundo Ellen, a necessidade de monitorar duas línguas, a fim de selecionar a mais apropriada para o momento, solitcita regiões cerebrais que são críticas para a atenção e o controle cognitivo. O processo pode reconfigurar e fortalecer estas redes de controle da cognição, possivelmente aumentando a chamada flexibilidade mental, isto é, a habilidade de se adaptar a mudanças contínuas e processar informações eficientemente.

A pesquisa também sugere que o bilinguismo melhora a reserva cognitiva, isto é, o efeito protetor que a atividade física ou mental tem sobre a função cognitiva, garantindo um envelhecimento saudável. Esta reserva também é capaz de adiar o surgimento de sintomas nas pessoas que sofrem de demência, o que foi comprovado por estudos mostrando que pessoas bilíngues apresentam sintomas de demência anos depois das monoglotas.

— Nossa conclusão é de que a experiência de toda uma vida administrando a atenção dada a duas línguas reorganiza as redes cerebrais específicas (envolvidas no processo), criando uma base mais efetiva para o controle executivo e sustentando uma performance cognitiva melhor ao longo de toda a vida — diz Ellen. — Não seria surpreendente que esta experiência deixasse suas marcas em nossas mentes e cérebros, e agora está claro que o cérebro bilíngue é formatado exclusivamente pela experiência.

Na Espanha, o centro Brainglot, dedicado à pesquisa da linguagem, também estuda as diferenças entre cérebros de pessoas bilíngues e monoglotas.

— As bilíngues usam mais áreas cerebrais na tarefa linguística, recorrendo sobretudo ao lado esquerdo do cérebro (relacionado à linguagem), mas também a algumas regiões do lado direito. Isso quer dizer que, no processo, elas precisam empregar mais áreas do cérebro que as monoglotas. Isso poderia significar uma lentidão pouco significativa na hora de manejar a linguagem, mas a parte positiva é que os bilíngues, ao passar o dia todo mudando de idioma, treinam também suas habilidades cognitivas não linguísticas, mais concretamente as funções executivas, que servem para que se adaptem a estas mudanças. Seria possível dizer que, nesta tarefa, os bilíngues são melhores — disse ao jornal “El País” o cientista César Ávila, que trabalha no Brainglot.

Fonte: http://oglobo.globo.com/saude/bilingues-raciocinam-melhor-tem-menos-problemas-mentais-4446937

Uma homenagem, uma lembrança...

quarta-feira, 28 de março de 2012

Nós somos o que estamos dispostos a aprender

Por Rute Vera Favero

As quatro fases da aprendizagem
A aprendizagem está no interesse e o interesse está em quem quer aprender. Quando começamos a aprender algo, percorremos um caminho que parte da incompetência rumo à competência. Muitas vezes, não temos a mínima ideia sobre “como fazer” e, conforme nosso desenvolvimento progride, passamos pela fase da “plena consciência no fazer”. Já quando atingimos a excelência na atividade, alcançamos o nível de “fazer sem pensar”. Podemos, então, dividir o processo de aprendizagem em quatro fases:



Fase 1 – Incompetência Inconsciente
Eu não sei que não sei. Nessa fase, ser incompetente é algo que não nos incomoda, pois a atividade não é significativa e nem necessária.

Fase 2 – Incompetência Consciente
Agora eu sei que não sei. Ter a plena noção que não sabemos algo é o primeiro passo. Não é um caminho fácil e algumas pessoas desistem logo que percebem a complexidade da tarefa ou do conceito. Nessa fase, é preciso ter a coragem de enfrentar a dúvida, de aproveitar o erro como lição e, principalmente, transformar esse desejo de aprender em vontade de fazer. Um professor ou alguém com experiência no assunto pode ser de grande valia para a troca de experiências e motivação.

Fase 3 – Competência Consciente
Finalmente eu sei que sei. Nessa fase, existe uma sensação que alcançamos um domínio na atividade que garante uma execução eficiente. Aqui, é fundamental manter o foco no ensaiar, no treinar ou na repetição. Quanto mais treino, mais sorte tenho. Um fator determinante na evolução do aprendizado nessa fase é a sensação de prazer na execução da tarefa, pois assim, a busca da excelência é um caminho possível de ser atingido. O que não deu certo pode ser só uma etapa de aprendizagem para o que ainda está por vir.

Fase 4 – Competência Inconsciente
Não sei o quanto eu sei. Alguns estudiosos chamam essa fase de fluxo. É quando temos um desempenho estável e quase perfeito em uma determinada atividade. Nossa concentração, excelência e virtuosismo estão de mãos dadas, e temos a sensação de não perceber o tempo passar e nem nos sentimos cansados devido à tarefa. O próximo passo é começar aprender algo novo. E voltamos à fase 1…

E aqui vai uma Dica: quando for aprender algo novo, tenha a noção do esforço e da dedicação necessárias para passar pela fase 2 e chegar à fase 3. Comemore seus erros, registre seus acertos e, principalmente, mantenha a disciplina. O processo de ensino-aprendizagem deve ser algo prazeroso e que nos desperte a vontade de continuar. Viver é um processo de aprendizagem eterno…

Fonte: http://rutevera.blogspot.com.br/2011/12/nos-somos-o-que-estamos-dispostos.html

Duas ferramentas para saber se alguém está plagiando seus conteúdos

Por Rute Vera Favero

Plágio, em russo, significa "cinco compassos", isto é, qualquer música que tenha 5 compassos iguais a outra, indica que houve cópia, portanto, plágio.

Aqui apresento duas ferramentas que permitem identificar se alguém andou plagiando seu conteúdo.
Os mesmo foram retirados do site http://officeweb.paulomoraes.net/



Hoje, infelizmente, é grande o número de internautas que copiam conteúdo de nossos canais sem ao menos dar a devida referência ou mesmo citar o nome do Autor.
O Copyscape é uma ferramenta ótima para resolver esse problema, basta informar o link do seu blog/site que o sistema analisará quais canais na web estão gerando plágio do seu conteúdo. O sistema exibe a porcentagem de clonagem e deixa em evidência a área possivelmente clonada.
Para utilizar o serviço basta acessar o www.copyscape.com e informar o canal que deseja analisar.

Obs: O Sistema fornece a versão gratuíta e a versão pró, sendo que a versão free é limitada e busca apenas 10 links, já na versão profissional é permitida consulta de acordo com os créditos inseridos, contando ainda com outros recursos.
Utilizo a versão pró, a qual podemos definir o valor do crédito (mínimo $ 10,00) , com direito a 200 consultas e prazo de inspiração de 1 ano; acredito que é válido o custo/benefício.



Esta é uma eficaz ferramenta para verificar a originalidade de um trabalho escolar e acadêmico, uma atividade extremamente necessária nos tempos atuais, pois, infelizmente muitos estudantes adotam a cultura de copiar trabalhos disponíveis na internet na hora de apresentá-los, dificultando, em muito, a vida dos professores, que além de dedicar tempo especial para analisar estas atividades, necessitam desperdiçar tempo extra realizando uma profunda pesquisa pela rede mundial de computadores a fim de constatar a veracidade do trabalho em questão.
Com esta ferramenta a metodologia ficará bem mais fácil, bastando informar o conteúdo desejado para que o sistema procure e informe se há algo parecido, exibindo a porcentagem de plágio existente no material em questão.

Cadastro e utilização:

Acesse o site: http://approbo.citilab.eu/
Faça o cadastro, informando nome de usuário e senha;
Confirme a mensagem recebida em sua conta de e-mail;

Utilização
- Clique em “Analizar“;
-Em “Elige el documento” informe o arquivo que deseja pesquisar;
- Confirme o processo, clicando na opção “Analizar” desta mesma janela;
- Aguarde alguns instantes até que o sistema realize a procura, caso seja encontrada alguma coincidência, será exibido o número de documentos encontrados e seus respectivos conteúdos.

Veja um exemplo:



Fonte: http://rutevera.blogspot.com.br/2012/03/duas-ferramentas-para-saber-se-alguem.html