sábado, 7 de setembro de 2013

Michel Foucault: obras para download (via wordpress)

FICBaixe, leia e compartilhe! Não precisa ser nessa ordem.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Plataforma do Letramento dará apoio a professores

Criada em parceria entre o Cenpec e a Fundação Volkswagen, a Plataforma do Letramento entra no ar hoje com o objetivo de oferecer e disseminar conhecimentos e práticas relacionadas à ampliação do letramento de crianças, adolescentes e adultos. Ela vai contar com um ambiente virtual de aprendizagem, no qual educadores, gestores e professores têm acesso a textos, artigos, matérias, entrevistas, propostas de atividades e referências de práticas em conteúdos multimídia, além de oficinas on-line e fóruns de discussão de acesso livre.
Vale ressaltar que o letramento vai além da alfabetização, já que, seu objetivo é não só ensinar a ler e escrever palavras, mas sim preparar para lidar com a escrita dentro de um contexto social. Um indivíduo alfabetizado, ou seja, que sabe ler e escrever, nem sempre é um indivíduo letrado, pois pode não ter o domínio da produção e interpretação de textos. “Entendemos que a escola tem um papel fundamental na ampliação do letramento, pois trabalha intencionalmente com o ensino da leitura e da escrita. Portanto, a Plataforma do Letramento está estruturada para apoiar o professor em sua prática docente, oferecendo conteúdos para a reflexão e referências para a prática”, afirma Conceição Mirandola, diretora da Fundação Volkswagen. Para ela, um dos objetivos da criação da plataforma está justamente em apresentar iniciativas que sirvam de inspiração para educadores e gestores.
crédito JWS / Fotolia.comNa Plataforma do Letramento, ducadores e gestores terão acesso a textos, artigos e matérias, além de oficinas on-line e fóruns de discussão sobre o tema
 
Para isso, uma das ações do site inclui a formação on-line de professores. Nela, eles terão dois tipos de aulas: educação a distância, cursos que poderão ser feitos virtualmente pelo público em geral, gratuitamente, e cursos híbridos (direcionados aos educadores que já estão recebendo formação presencial de projetos da Fundação Volkswagen e terão parte do conteúdo a distância). A meta, segundo Mirandola, é fazer com que cerca de 2.000 profissionais acessem a plataforma, participem dos cursos, troquem experiências e desenvolvam novas práticas de forma coletiva.
O primeiro curso 100% a distância que vai ser oferecido ao público em geral é do projeto “Entre na Roda” – com duração de 9 de setembro a 1 de novembro – que formará educadores, bibliotecários e voluntários para atuarem na escola e na comunidade, estimulando o gosto pela leitura e desenvolvendo as capacidades leitoras de crianças, jovens e adultos.
O Entre na Roda on-line terá duas turmas, com 50 vagas cada, sendo que as inscrições para a primeira turma já estão abertas As aulas serão ministradas em oito módulos, com acompanhamento de mediadores e fóruns virtuais, onde os participantes poderão trocar informações e colaborar com o aprendizado.
“Destacamos que a plataforma dá ao professor a possibilidade de construir seu percurso formativo autônomo e, ao mesmo tempo, interagir com outros professores criando uma comunidade para refletir e aprender coletivamente sobre a ação profissional docente”, afirma Antonio Augusto Gomes Batista, especialista no ensino da língua portuguesa e coordenador de área do Cenpec.

Coletivo de trabalho Discurso e Transformação


62 obras sobre os principais pensadores da educação para download

O Mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção, em par­ce­ria com a Unes­co e a Fun­da­ção Jo­a­quim Na­bu­co, dis­po­ni­bi­li­za pa­ra downlo­ad a Co­le­ção Edu­ca­do­res, uma sé­rie com 62 li­vros so­bre per­so­na­li­da­des da edu­ca­ção. A co­le­ção traz en­sai­os bi­o­grá­fi­cos so­bre 30 pen­sa­do­res bra­si­lei­ros, 30 es­tran­gei­ros, e dois ma­ni­fes­tos: “Pi­o­nei­ros da Edu­ca­ção No­va”, de 1932, e “Edu­ca­do­res”, de 1959. A es­co­lha dos no­mes pa­ra com­por a co­le­ção foi fei­ta por re­pre­sen­tan­tes de ins­ti­tu­i­ções edu­ca­cio­nais, uni­ver­si­da­des e Unes­co.

O cri­té­rio pa­ra a es­co­lha foi re­co­nhe­ci­men­to his­tó­ri­co e o al­can­ce de su­as re­fle­xões e con­tri­bui­ções pa­ra o avan­ço da edu­ca­ção no mun­do. No Bra­sil, o tra­ba­lho de pes­qui­sa foi fei­to por pro­fis­si­o­nais do Ins­ti­tu­to Pau­lo Frei­re. No pla­no in­ter­na­ci­o­nal, foi tra­du­zi­da a co­le­ção Pen­seurs de l’édu­ca­ti­on, or­ga­ni­za­da pe­lo In­ter­na­ti­o­nal Bu­re­au of Edu­ca­ti­on (IBE) da Unes­co, em Ge­ne­bra, que reú­ne al­guns dos mai­o­res pen­sa­do­res da edu­ca­ção de to­dos os tem­pos e cul­tu­ras.
In­te­gram a co­le­ção os se­guin­tes edu­ca­do­res/pen­sa­do­res: Al­ceu Amo­ro­so Li­ma, Al­fred Bi­net, Al­mei­da Jú­ni­or, An­drés Bel­lo, An­ton Maka­renko, An­to­nio Gram­sci, Aní­sio Tei­xei­ra, Apa­re­ci­da Joly Gou­veia, Ar­man­da Ál­va­ro Al­ber­to, Aze­re­do Cou­ti­nho, Ber­tha Lutz, Bog­dan Su­cho­dolski, Carl Ro­gers, Ce­cí­lia Mei­re­les, Cel­so Su­cow da Fon­se­ca, Cé­les­tin Frei­net, Darcy Ri­bei­ro, Do­min­go Sar­mi­en­to, Dur­me­val Tri­guei­ro, Ed­gard Ro­quet­te-Pin­to, Fer­nan­do de Aze­ve­do, Flo­res­tan Fer­nan­des, Fre­de­ric Skin­ner, Fri­e­drich Frö­bel, Fri­e­drich He­gel, Fro­ta Pes­soa, Ge­org Kers­chen­stei­ner, Gil­ber­to Freyre, Gus­ta­vo Ca­pa­ne­ma, Hei­tor Vil­la-Lo­bos, He­le­na An­ti­poff, Hen­ri Wal­lon, Hum­ber­to Mau­ro, Ivan Il­lich, Jan Amos Co­mê­nio, Je­an Pi­a­get, Je­an-Jac­ques Rous­se­au, Je­an-Ovi­de De­croly, Jo­hann Her­bart, Jo­hann Pes­ta­loz­zi, John Dewey, Jo­sé Mar­tí, Jo­sé Má­rio Pi­res Aza­nha, Jo­sé Pe­dro Va­re­la, Jú­lio de Mes­qui­ta Fi­lho, Liev Se­mio­no­vich Vygotsky, Lou­ren­ço Fi­lho, Ma­no­el Bom­fim, Ma­nu­el da Nó­bre­ga, Ma­ria Mon­tes­so­ri, Ní­sia Flo­res­ta, Or­te­ga y Gas­set, Pas­cho­al Lem­me, Pau­lo Frei­re, Ro­ger Cou­si­net, Rui Bar­bo­sa, Sam­paio Dó­ria, Sig­mund Freud,Val­nir Cha­gas, Édou­ard Cla­pa­rè­de e Émi­le Durkheim.

Oficina para professores de português

A Consciência Fonológica e a aprendizagem do português como língua de herança: aprendendo/ensinando a ouvir dentro da palavra

- 10 horas, com certificado

- No coração de NYC

- $250

-12 vagas (mínimo de 8 participantes)

- sábado e domingo, 5 - 6 de Outubro/2013, das 10 - 4 da tarde.

Inscrições de 20 de Maio – 10 de Setembro. Preencha o formulário e envie parainfo@brasilemmente.org

Pagamentos podem ser feito por cheque ou PayPal. Inscrições válidas somente mediante o pagamento.

Assuntos que serão abordados:
- Definição da Consciência Fonológica e suas implicações no processo de aprendizagem do PLH, do desenvolvimento da oralidade à alfabetização;
- A relação Musicalização/Consciência Fonológica na prática;
- Mostra e prática de repertório musical, brinquedos cantados e metodologias de educação musical que potencializam o ensino do PLH;
- Como implementar a musicalização em diferentes níveis e idades.

Sobre a instrutora:
Felicia Jennings-Winterle é mestre em educação musical com ênfase em cognição pela New York University. Sua área de estudo foi o desenvolvimento cognitivo e suas implicações e relações com o desenvolvimento psicomotor. No Brasil e nos Estados Unidos, tem mais de 13 anos de experiência como professora de musicalização, com diversas especializações. Hoje, concentra-se na prática e pesquisa sobre os processos de aquisição e manutenção do português como língua de herança. Felicia é fundadora da organização cultural Brasil em Mente, que desde 2009 promove o português e a cultura brasileira em NY.
Felicia é autora de 2 livros, produtora do documentário BraZil com S – a língua portuguesa no mundo e tem apresentado trabalhos na Georgetown University e Harvard University. Felicia é responsável pelo conteúdo do blog Brasileirinhos (www.brasileirinhos.wordpress.com) e é contribuinte no portal Sala (www.sala.org.br). 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Proposta Pedagógica: Organização dos instrumentos de trabalho do professor



Para que o (a) professor (a) que atua na Educação Infantil  de fato assuma sua importante função de ensinar, ou seja, atuar como um importante mediador entre a criança e o conhecimento que ela precisa ou deseja apropriar-se, é necessário que ele conheça a principio como a criança se desenvolve, bem como, identificar as necessidades de aprendizagem decorrentes do  processo de desenvolvimento infantil.

Contudo, compreendemos que o processo de desenvolvimento não é algo dado a priori, mas também pode ser determinado por influências do contexto sócio-cultural no qual se insere a criança, dessa forma, entendemos que não é possível encontrar um "manual" que caiba a toda e qualquer criança. Por isso, a avaliação e o planejamento tornam-se instrumentos fundamentais para o trabalho do professor.

Nesse sentido, Faria e Salles (2010, p.36-38) ressaltam a necessidade de a Proposta Pedagógica das IEI explicitar as formas como irão organizar oPLANEJAMENTO de seu trabalho cotidiano com as crianças, bem como, a AVALIAÇÃO delas e de seu próprio trabalho

Significa, ainda, explicitar outros instrumentos que irão viabilizar o planejar e o avaliar, entre eles, aobservação e o registro, justificando essas formas de utilização de acordo com as concepções de criança, de desenvolvimento/aprendizagem e de Educação Infantil que orientam a proposta.

Ao tratar do planejamento, a Proposta Pedagógica deve explicitar como esse ocorre nas IEI: a periodicidade, os instrumentos utilizados, o papel do pedagogo nesses momentos, que aspectos são contemplados no planejamento (organização da rotina, projetos, sequência de atividades, atividades permanentes, entre outros) e como os professores se agrupam para planejar suas aulas.

Quanto à avaliação, a Proposta Pedagógica, precisa esclarecer de que modo ocorrerá: a periodicidade e os instrumentos utilizados (descritiva, objetiva - com múltiplas escolhas para que o (a) professor (a) marque aquelas que mais se assemelham as suas crianças, auto-avaliação da criança, portfólios, diários de campo, entre outros).


Para nós do CRINFANCIA, avaliar é: refletir para agir (reflexão) e, planejar é: traçar objetivos, conteúdos, estratégias e recursos (ação refletida). Entretanto, reconhecemos que esse processo é um ciclo que não se fecha, posto que, após colocar o plano em prática, o professor precisa avaliar novamente para: certificar-se de que houve aprendizagem, auto-avaliar as estratégias e recursos utilizados e planejar novamente (replanejar). Desse modo,



No texto, Planejamento na Educação Infantil: Mais que atividade, a criança em foco, de Luciana Esmeralda Ostetto, é possível encontrar importantes considerações à respeito das diferentes abordagens de planejamento até o planejamento com foco na criança, como sujeito de direito. Ao tratar do planejamento com foco na criança, percebe-se que a autora, mesmo que implicitamente, ressalta a importância do olhar, da escuta e do registro sobre a criança, para conhecer o texto clique aqui .

REFERÊNCIAS: Faria, Vitória; Salles, Fátima. Currículo na Educação Infantil: Diálogo com os demais elementos da Proposta Pedagógica. Coleção Percursos. 2010, 1ª edição, São Paulo-SP, editora Scipione.

Ramsey Musallam: 3 regras para estimular a aprendizagem

Numa apresentação divertida e pessoal, Musallam partilha as 3 regras para despertar a imaginação e o conhecimento, e fazer com que os alunos fiquem curiosos sobre o funcionamento do mundo.