segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Eventos da área de Letras/Linguística

Os eventos estão organizados por mês e ano de realização.

Incluímos eventos de outras áreas que abrem espaço para discussões relacionadas à área de Letras.
   

2015

26 a 29
UNEMAT, Campus Universitário de Cáceres/MT

27
IEL/UNICAMP, Campinas/SP

Setembro, 2015

2 a 3
UFC, Fortaleza/CE

http://www.congressometafora.letras.ufmg.br/
7 a 9
UFMG, Belo Horizonte/MG

http://www.simelp.it/
8 a 11
Università Del Salento, Lecce/Itália

13 a 16
UFPE, Recife/PE

14 a 17
Campina Grande/PB

15 e 16

19 a 21
UnB, Brasília

20 a 22
UnB, Brasília/DF

21 e 22
UFES, Vitória/ES

27 a 29
Universidade da Beira Interior, Covilhã/Portugal

28 a 30
PUCRS, Porto Alegre/RS
29 a 30
CEFET, RJ/RJ

Novembro, 2015
3 a 6
UFPB, João Pessoa/PB

3 a 6
Buenos Aires, Argentina

3 a 6
XII Encontro interdisciplinar de Estudos Literários:
Literatura e Ensino
UFC, Fortaleza/CE

4 a 6
UFCG, Campina Grande/Paraíba
8 a 13
UEA, Manaus/AM 

9 a 11
São Paulo/SP

9 a 12
UNEB, Salvador/BA

10 a 12
18 a 20
UFES, Vitória/ES

18 a 20
UFSM, Santa Maria/RS
25 a 27
Temuco,Chile

25 a 27

2016

Janeiro, 2016

http://www.tislr12.org/
4 a 7
Melbourne, Austrália
Março, 2016

10 a 12
Istanbul/Turqkey
Junho, 2016

9 a 11
II Congresso Formas e fórmulas de tratamento do mundo hispânico e luso-brasileiro(CFFT)
Universidade Karl Franzens de Graz, Áustria


Julho, 2016

13 a 15
Tomar, Portugal


Fonte: http://lintrab.blogspot.com.br/p/blog-page_22.html

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Photos for class - Imagens com os direitos de autor. Ideal para as escolas



Já dedicamos alguns posts aqui no blogue aos direitos de autor das imagens e sobre a importância que importa cultivar esses hábitos nos nossos alunos .
Também já partilhamos imensos sites onde podemos pesquisar imagens livres de utilização ou com licenças creative commons.
Nessa linha, hoje partilhamos o Photo for Class, um site excelente que faz a sua pesquisa recorrendo ao flickr e que nos permite fazer o download da mesma. Até aqui é mais um site a somar a muitos outros que já existem!
O interessante do site, é que quando fazemos o download da imagem este adiciona à imagem o nome do autor, o link da imagem e ainda a respetiva licença creative commons. Simplesmente espetacular!




 Sem dúvida que é um serviço que aconselho a colocarem nos favoritos e a partilharem com os alunos!!

Fonte: http://theblogteacher.blogspot.com.br/2015/04/photos-for-class-imagens-com-os.html

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Entrevista com Claudio Naranjo: professor deve se dedicar ao desenvolvimento humano, não à incorporação de conhecimentos

Levar educadores ao desenvolvimento de competências humanas para modificar práticas educacionais no mundo é parte do trabalho do psiquiatra indicado ao Nobel da Paz em 2015


Udo Simons  
© Gustavo Morita
Claudio Naranjo: pela pedagogia do amor

Apesar da postura serena, olhar amistoso e voz tranquila, o médico psiquiatra de origem chilena Cláudio Naranjo, 83, é veemente ao falar. "A educação não educa. É uma fraude. Não se deve confundir instrução com educação", diz, apontando na política pública parte da origem de suas constatações. "É como se o objetivo dos governos fosse manter as pessoas amortecidas."

Indicado ao Prêmio Nobel da Paz deste ano, Naranjo dedica parte de seu trabalho, há 15 anos, à transformação dos processos de ensino e aprendizagem a partir do reconhecimento de si e do outro. Acredita ser esse um dos principais desafios do milênio. No universo da psicoterapia, é reconhecido como um dos mais significativos profissionais em atuação da atualidade. Há mais de 40 anos em atividade e com diversos livros publicados, Naranjo fundamentou linhas psicológicas, integrou a sabedoria oriental aos processos científicos ocidentais de estudo do comportamento humano, e fundou uma abordagem de desenvolvimento denominada SAT (sigla em inglês para Seekers After Truth), um programa holístico

constituído por práticas da psicoterapia moderna, concepções espirituais, meditação, terapias corporais e de gestalt. Com a SAT, tem rodado o mundo todo fazendo palestras para gestores educacionais. No Brasil, em maio, para lançar seu mais recente livro, A revolução que esperávamos (Verbena Editora), também palestrou para pais e professores. Em sua mais nova obra, o psiquiatra afirma que a crise atual só pode ser superada por uma mudança profunda no modelo educacional - evoluindo da transmissão de conhecimento para a formação de competências existenciais. De São Paulo, de onde concedeu a entrevista a seguir para Educação, Naranjo seguiu para a Câmara dos Deputados, em Brasília, para proferir a palestra "A cura pela educação - uma proposta para uma sociedade enferma".


O que motivou o senhor a desenvolver trabalhos no setor educacional?
No início dos anos 2000 me convidaram para um congresso de educação na Argentina. O evento reuniu mais de dois mil educadores e, pela primeira vez, tive um contato tão direto com o setor. No decorrer de minha palestra, sentia cada vez mais viva a resposta daquelas pessoas. Foi como uma ressonância empática ao que eu falava. Compreendi naquele momento a 'sede' dos educadores e a importância de levar a eles meu trabalho de formação, desenvolvido junto aos terapeutas.

Qual seria o diferencial do seu trabalho para os educadores?
Na ocasião desse congresso foram abordados muitos temas relacionados à inteligência emocional, houve a exposição de diversas visões. Apesar disso, senti meu trabalho como algo mais transformador e, ao mesmo tempo, desconhecido da plateia. Contudo, se passassem a conhecê-lo, o trabalho teria um valor social mais abrangente. Tive a certeza de que haveria um efeito multiplicador. Afinal, os professores permeiam a formação das sociedades. Todos passamos por escolas.

Como o senhor define a proposta do seu trabalho?
Eu proponho a junção de conhecimentos e técnicas terapêuticas, como a meditação budista, a psicologia dos eneatipos, o teatro terapêutico, o teatro oriental do autoconhecimento, o movimento espontâneo e o processo terapêutico supervisionado em que as pessoas se ajudam. Isso constitui um currículo interno básico, oferecido no programa SAT. Esse programa foi originalmente constituído na Califórnia, no início dos anos de 1970, e trazido ao Brasil por Alaor Passos, há mais de 20 anos. É um trabalho avançado de autoconhecimento dirigido à transcendência da personalidade, ao desenvolvimento do amor, à melhora da qualidade de vida e da capacidade de ajuda psicoespiritual. Qualquer pessoa pode participar dele. E cada vez mais, eu trabalho para os educadores envolverem-se nesse processo.
 
Qual tem sido o resultado dessas práticas junto aos professores?
A proposta é estabelecer o desenvolvimento de competências existenciais, não técnicas. Eu as classifico como amor ao próximo (empático); amor aos ideais (devocional); amor a si (desejos); a consciência do presente; o autoconhecimento (quem sou) e o desapego. Essas competências têm sido negligenciadas ao longo dos anos. Percebo que os professores difundem, entre si, os resultados encontrados a partir de suas experiências, de sua transformação. A formação permite a eles que sejam mais completos como pessoas, consequentemente, melhores profissionais. Eles se tornam mais felizes. Lembro, ainda, que essa iniciativa pode chegar àqueles professores constantemente oprimidos pelo sistema, sem condições financeiras adequadas, sem energia. Atingi-los, contudo, não é uma condição simples. Para essas situações as autoridades governamentais e educacionais precisam dar uma resposta.

Como essas 'competências' qualificam o educador para o seu trabalho cotidiano?
Para ser um bom educador, ou ser bom profissionalmente em qualquer área, é preciso ser uma boa pessoa. É preciso se relacionar com o outro como pessoa, ser um modelo de pessoa, e não apenas um modelo de saber.

O que o senhor quer dizer com "modelo de pessoa"?
A educação destina-se ao desenvolvimento humano, não à incorporação de conhecimentos. Para quê passar anos oferecendo ao jovem o conhecimento do mundo exterior quando já o encontramos no Google? De que serve essa prática? Isso é um roubo da vida do jovem. Isso serve para quê? Para  passar anos somente para aprender a se sentar quieto? Para treinar a obediência? Nesse contexto, o educador tem imposta uma vestimenta interna de atitude, de respeito à autoridade educacional. Isso dificulta que ele tenha uma voz transformadora.

Que modelo de educação teria esse caráter transformador?
Quando feita para o desenvolvimento humano, a educação nos leva a ser o que somos em potência, ou seja, seres completos. Mas somos como árvores retorcidas que não têm sol por um lado, e esticam seus galhos para conseguir água. Temos uma vida muito raquítica.

Quais as causas dessa situação?
Hoje se governa para a inconsciência. Como se o objetivo da educação fosse manter as pessoas adormecidas, robóticas, obedientes à força do trabalho construída com a Era Industrial, o que continua sendo a motivação opressiva da educação. Não sei, porém, dizer se essa circunstância é uma vontade. Talvez haja indivíduos querendo modificar isso, mas a inércia burocrática é grande demais.

Como se vê nesse contexto?
Como um indivíduo fora do sistema, insultando-o ao dizer: a educação é uma fraude. A educação não educa. Não se deve confundir instrução com educação. Esse modelo fracassou. Minha convicção é que se deve mudar a consciência e para isso é preciso mudar a educação. Apelo à Organização Mundial do Comércio (OMC) como uma instância com poder para fazer parte dessas modificações.

Qual o papel da OMC nessa mudança educacional?
Eles incentivam a globalização dos negócios, mas não favorecem a globalização da ecologia, da educação, entre outros aspectos que deveriam, também, se globalizar. Eles são responsáveis por uma desumanização no mundo. Fala-se muito da pobreza e, sim, é certa a existência de muita pobreza externamente. Mas nossa pobreza interna não é tão visível, tão óbvia. A pobreza gera voracidade, pois estamos incompletos. Somos como zumbis devoradores, transformando os outros em zumbis por contágio. Isso nos torna uma sociedade inconsciente e voraz. O problema do mundo é a voracidade, do poder de ter dinheiro. Da primazia dos bens por cima do bem. Isso só pode ser resolvido se formos seres completos. Temos uma sociedade violenta.

Como incentivar educadores a fazer parte desse trabalho?
É preciso incentivo das autoridades, de governos ou da direção das escolas. Já temos algumas experiências exitosas na Espanha e Itália junto aos professores. Obtivemos, também, resultados positivos no México e Uruguai. Mas o papel da direção das instituições, públicas ou privadas, é importantíssimo para o engajamento dos docentes. Principalmente daqueles mais desmotivados por sua condição de trabalho.

Como engajar autoridades governamentais e educacionais?
Sempre estou disposto a convidar a todos para conhecer essa proposta educacional. Quero en­corajar as autoridades sobre o valor desse processo. Me coloco como um facilitador desse programa que acontece por meio das atividades da Escola SAT, que está aberta a todos, educadores ou não, oferecendo um programa de humanização.

O senhor defende conceitos de pedagogia do amor. O que é isso?
Basicamente, que para a existência de uma pedagogia do amor se requer amar ao próximo como a si mesmo, um preceito do cristianismo. As pessoas não se dão conta de que não se pode amar aos outros sem amar a si. Tampouco se dão conta de que também têm a capacidade de odiar a si mesmas, ao se tratarem como escravas, se explorarem, desvalorizarem. As pessoas têm uma mente como Freud descrevia, como que dividida entre um perseguidor e um perseguido.

Fonte: http://www.revistaeducacao.com.br/textos/218/transformar-o-professorlevar-educadores-ao-desenvolvimento-de-competencias-humanas-para-354421-1.asp

XII Congresso Nacional de Educação – EDUCERE

Convite



A Comissão Central convida os Profissionais da Educação Superior e da Educação Básica, Pesquisadores, Estudantes de Graduação e Pós-Graduação e demais interessados para o XII Congresso Nacional de Educação – EDUCERE, o III Seminário Internacional de Representações Sociais, Subjetividade e Educação – SIRSSE, V Seminário Internacional sobre Profissionalização Docente (SIPD/CÁTEDRA UNESCO) e o IX Encontro Nacional Sobre Atendimento Escolar Hospitalar - ENAEH, agendado para 26 a 29 de outubro de 2015, na PUCPR, em Curitiba.
Venha participar das discussões sobre “Formação de professores, complexidade e trabalho docente” num espaço público e internacional constituído pelo evento.

Inscrições

- Para fazer sua inscrição, leia todas as indicações e depois clique em “FAZER A INSCRIÇÃO” e preencha todos os itens indicados no formulário.
Fazer a inscrição
- Preencha CORRETAMENTE seu e-mail no formulário de inscrição. Este será o meio de comunicação da comissão com os participantes.
- O valor da inscrição será de acordo com a data de pagamento e de sua situação de professor ou estudante.
- Todos os inscritos precisam comprovar sua situação (Estudantes de Graduação da PUCPR, Estudantes de Graduação Externo, Estudantes de Pós-Graduação, Professores da Educação Básica), exceto as categorias “Professores do Ensino Superior da Graduação/Pós-Graduação” e “Outros Profissionais”. Os documentos de comprovação da situação estudantil ou profissional devem ser datados do ano de 2015.
- A partir do cadastro no evento para emissão do seu boleto de pagamento, você se terá acesso ao Sistema de Envio de Trabalhos ( http://educere.bruc.com.br/). No entanto, somente conseguirá inserir um trabalho se tiver enviado o comprovante de situação acadêmica ou funcional (quando necessário) e for confirmado o pagamento do boleto. Esta confirmação do pagamento leva aproximadamente 72 horas, quando isto ocorrer o sistema automaticamente enviará um email de confirmação.

Envio de trabalhos

O Comitê Científico irá considerar somente os trabalhos que se pautarem estritamente pelas normas de diagramação e formatação, uso do modelo disponível no site dos eventos e pelas seguintes condições gerais:
1. Poderão submeter trabalhos os participantes que realizaram sua inscrição com até 5 dias de antecedência da data limite de envio de trabalhos.
2. A taxa de pagamento da inscrição não será devolvida.
3. Cada participante poderá submeter e apresentar, até 5 trabalhos, assim distribuídos: 2 como autor e 3 como co-autor.
4. Cada trabalho poderá ter, no máximo, cinco autores e todos deverão realizar inscrição no evento para o envio do trabalho.
5. Os pareceres dos membros do Comitê Científico do evento são conclusivos e, como tal, não estão sujeitos a recurso ou revisão.
6. Modalidades de Apresentação de Trabalhos: ao optar pela modalidade de trabalho busque o detalhamentono modelo para formatar o texto no arquivo WORD disponível.
Comunicação: Os trabalhos nessa modalidade deverão conter entre 10 e 15 páginas, excluindo-se as referências e o resumo. Esta modalidade de trabalho deverá relatar pesquisas empíricas ou teóricas concluídas.
Pôster: Os trabalhos completos nesta modalidade deverão conter entre 6 e 8 páginas, excluindo-se as referências e o resumo. Esta modalidade de trabalho comportará pesquisas empíricas ou teóricas concluídas ou em andamento.
Relato de experiência: Os trabalhos completos nessa modalidade deverão conter entre 08 e 10 páginas, indicando uma reflexão fundamentada sobre a prática, excluindo-se as referências e o resumo. Não precisa ser necessariamente um trabalho resultante de pesquisa, pode relatar práticas e experiências de professores da Educação Básica ou do Ensino Superior.
Mesa-Redonda: É composta por três trabalhos que devem conter cada um entre 10 e 15 páginas, e um resumo geral da mesa. Destina-se a oferecer espaços para discussões de pesquisas desenvolvidas que se articulam entre si, preferencialmente, em diferentes instituições, apresentadas por seus autores.
7. No caso das mesas redondas, o coordenador fará o cadastramento e o envio dos três trabalhos dos participantes, bem como do resumo geral da proposta da mesa. O envio do resumo geral deverá ser acompanhado da indicação dos integrantes, ou seja os autores e coautores participantes da mesa. Para tanto, todos os integrantes da mesa já deverão estar inscritos no evento para que o coordenador possa cadastrá-los pelos seus números de CPF.
Para submissão de trabalho(s), estes deverão atender as orientações dos seguintes documentos:

NORMAS GERAIS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS

 
MODELO PARA FORMATAR O TEXTO
(salve o arquivo e o utilize para escrever seu trabalho)
Atualizado: 21/04/2015
Checklist Revisão Técnica
Documento de avaliação que será utilizado pela comissão técnica editorial
Atualizado: 18/03/2015
Guia para Elaboração de Referências
Documento de avaliação que será utilizado pela comissão científica
Atualizado: 18/03/2015
Guia para Elaboração de Referências
Guia para elaboração de referências
Atualizado: 05/05/2015
Guia para Elaboração de Referências
Para enviar trabalhos acesse educere.bruc.com.br, usando o email e senha informados em sua inscrição e acesse o menu "Cadastrar Trabalho".
Para evitar problemas no processo de avaliação dos trabalhos, por favor, consulte e utilize o modelo disponível acima.
ATENÇÃO:
1. Informamos que as inscrições com necessidade de pagamento por pessoa jurídica deverão ser realizadas junto à Secretaria do PPGE da PUCPR, pelo telefone +55 (41) 3271-1655 (horário comercial) e pelos e-mailssecretaria.ppge@pucpr.br  / educere.congresso@pucpr.br / educere.congresso@gmail.com 
2. O processo de avaliação e divulgação de resultados será contínuo a partir do início de envio de trabalhos. O autor será comunicado por e-mail sobre o resultado emitido pelo comitê científico da avaliação do seu trabalho assim que este seja analisado.
3. O trabalho passará, inicialmente, pela avaliação de normas. Caso seja aprovado, será avaliado pelo comitê científico. Caso seja aprovado, ainda passará pela avaliação de normas. Caso o trabalho seja reprovado na avaliação de normas, o(os) autor(es) serão convidados a realizar a revisão num período de 3 dias. Aprovado o trabalho na avaliação de normas e pelo Comitê Científico, este será apresentado e publicado nos anais online. No entanto, caso o(os) autor(es) sejam solicitados pelo Comitê Científico a fazer alguma revisão e, não solucionem os problemas indicados pelo Comitê Científico, estes poderão apresentar seus trabalhos no evento, mas os trabalhos não serão incluídos nos anais online.         
Fonte e maiores informações: http://educere.pucpr.br/pt/